O presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, disse ao jornal Folha de S. Paulo que, se o PT recebeu doação, no ano passado, de empresa concessionária de serviço público, o que é proibido por lei, daí as contas do partido devem ser rejeitadas.
Em 2006, por causa de doação do "porto seco" Deicmar S/A, as contas da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva já haviam sido rejeitadas. O PT está recorrendo. "Já há um precedente. O que me estarrece é que se continue essa prática. Não podemos viver num país do faz-de-conta", disse o ministro.
A Folha revelou que a empresa Rodrimar, concessionária de um "porto seco" em Ribeirão Preto, doou R$ 50 mil para o PT no ano passado. Já a Libra Terminais, que é a controladora de outro "porto seco", contribuiu com R$ 750 mil.
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