Atualmente, são cerca de 140 mil vagas oferecidas por ano. No entanto, alunos de educação física de Santos, no litoral paulista, não têm quadra nem piscina, os de farmácia, em Vitória da Conquista (Bahia), usam vidros vazios de maionese para realizar experimentos e os estudantes de ciência da computação em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, não têm computadores. Das 59 novas unidades previstas para serem implantadas desde 2005, entre construção e ampliação de novas universidades e campi, apenas 14 estão prontas --as outras ainda estão em obras, em fase de licitação ou não saíram do papel.
De acordo com a reportagem, a falta de sedes próprias deixa cerca de 13 mil alunos em unidades provisórias, onde, muitas vezes, não cabem os laboratórios ou não há espaço para todos os estudantes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário