Como o assunto está na moda em Caicó, leiam este interessante texto de João Pereira Coutinho, publicado na Folha de São Paulo:
“!NÃO CONHEÇO homossexuais. Nem um para mostrar. Amigos meus dizem que existem. Outros dizem que são. Eu coço a cabeça e investigo: dois olhos, duas mãos, duas pernas. Um ser humano como outro qualquer. Mas eles recusam pertencer ao único gênero que interessa, o humano. E falam do “homossexual” como algumas crianças falam de fadas ou duendes. Mas os homossexuais existem?
A desconfiança deve ser atribuída a um insuspeito na matéria. Falo de Gore Vidal, que roubou o conceito a outro, Tennessee Williams: “homossexual” é adjetivo, não substantivo. Concordo, subscrevo. Não existe o “homossexual”. Existem atos homossexuais. E atos heterossexuais. Eu próprio, confesso, sou culpado de praticar os segundos (menos do que gostaria, é certo). E parte da humanidade pratica os primeiros. Mas acreditar que um adjetivo se converte em substantivo é uma forma de moralismo pela via errada. É elevar o sexo a condição identitária. Sou como ser humano o que faço na minha cama. Aberrante, não?
Uns anos atrás, aliás, comprei brigas feias na imprensa portuguesa por afirmar o óbvio: ter orgulho da sexualidade é como ter orgulho da cor da pele. Ilógico. Se a orientação sexual é um fato tão natural como a pigmentação dermatológica, não há nada de que ter orgulho. Podemos sentir orgulho da carreira que fomos construindo: do livro que escrevemos, da música que compusemos. O orgulho pressupõe mérito. E o mérito pressupõe escolha. Na sexualidade, não há escolha”.
sábado, 11 de agosto de 2007
Quer que a polícia mude?
Este comentário copiei do http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/reporterdecrime/
Está perfeito.
"Quer que a polícia mude? Mude-a você. Está errado, não ofereça propina; está certo, não se intimide. Viu algo errado, ligue e reclame. Mas não pense que um só telefonema adiantará. É trabalho de formiguinha, com paciência. Ou vocês acham que nos órgãos de controle tambem não há problemas? Não há os do time do 'vo kerê tbm, senaum vo contá pra todo mundo!'?".
Está perfeito.
"Quer que a polícia mude? Mude-a você. Está errado, não ofereça propina; está certo, não se intimide. Viu algo errado, ligue e reclame. Mas não pense que um só telefonema adiantará. É trabalho de formiguinha, com paciência. Ou vocês acham que nos órgãos de controle tambem não há problemas? Não há os do time do 'vo kerê tbm, senaum vo contá pra todo mundo!'?".
Inquérito demorado
A Polícia Federal terá de ouvir Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e Antoninho Marmo Trevisan, amigo do presidente, no inquérito 1.267/2007, que apura suspeita de tráfico de influência no investimento de R$ 5 milhões feito pela Telemar na Gamecorp.
Segundo a requisição do procurador da República Rodrigo Ramos Poerson, teria havido "desproporcional aporte de recursos" à Gamecorp, "única e exclusivamente em razão de contar com a participação acionária do filho" de Lula, o que poderia configurar, em tese, tráfico de influência. Lulinha é sócio da Gamecorp; Trevisan intermediou o negócio.
A requisição do Ministério Público Federal é uma ordem que deve ser cumprida pela PF, explicou um policial envolvido no caso. (...) Do momento em que o vereador de Belém (PA) Iran Moraes (PA) encaminhou a representação pedindo apuração ao MPF no Pará, em 17 de fevereiro de 2006, até a abertura de inquérito 1267/2007, em 29 de junho deste ano, passaram-se 16 meses e 12 dias (492 dias).
E o blog comenta: Imagine o tempo que vai demorar para esse inquérito terminar.
Segundo a requisição do procurador da República Rodrigo Ramos Poerson, teria havido "desproporcional aporte de recursos" à Gamecorp, "única e exclusivamente em razão de contar com a participação acionária do filho" de Lula, o que poderia configurar, em tese, tráfico de influência. Lulinha é sócio da Gamecorp; Trevisan intermediou o negócio.
A requisição do Ministério Público Federal é uma ordem que deve ser cumprida pela PF, explicou um policial envolvido no caso. (...) Do momento em que o vereador de Belém (PA) Iran Moraes (PA) encaminhou a representação pedindo apuração ao MPF no Pará, em 17 de fevereiro de 2006, até a abertura de inquérito 1267/2007, em 29 de junho deste ano, passaram-se 16 meses e 12 dias (492 dias).
E o blog comenta: Imagine o tempo que vai demorar para esse inquérito terminar.
Tribunal de Justiça confirma condenação
O TJRN negou a apelação de Rivailde Costa, mantendo a condenação dele pelo crime de roubo, ocorrida na Vara Criminal de Caicó
Rivailde, por volta das 21h30 de 03 de fevereiro de 2005, após ameaçar Carlos Victor e Guilherme César com um “instrumento de ferro parecido com uma arma”, deles subtraiu o dinheiro que conduziam, fato ocorrido na residência de parentes do próprio acusado, localizada na Rua Renato Dantas, nesta cidade.
O Juiz Henrique Baltazar, em dezembro de 2006, aplicou ao réu pena de 04 anos e 08 meses de reclusão.
Rivailde, por volta das 21h30 de 03 de fevereiro de 2005, após ameaçar Carlos Victor e Guilherme César com um “instrumento de ferro parecido com uma arma”, deles subtraiu o dinheiro que conduziam, fato ocorrido na residência de parentes do próprio acusado, localizada na Rua Renato Dantas, nesta cidade.
O Juiz Henrique Baltazar, em dezembro de 2006, aplicou ao réu pena de 04 anos e 08 meses de reclusão.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
MPF processa suposto "laranja"
A pedido do Ministério Público Federal, a Justiça Federal em Alagoas abriu processo contra o ex-delegado Regional do Trabalho Idelfonso Antônio Tito Uchôa Lopes por supostos atos de improbidade administrativa. Ele e outros sete ex-servidores da Delegacia Regional do Trabalho em Alagoas e sete representantes de empresas são acusados de um esquema suspeito de direcionar licitações, fraudar em contratos e superfaturar preços. Tito Uchôa seria o "laranja" do presidente do Senado, Renan Calheiros, na compra de emissoras de rádio.
CDs e DVDs piratas
Geovane Queiroz foi condenado na Vara Criminal de Caicó por prática de delito capitulado no art. 184, § 2º, do Código Penal, porque estava produzindo, com intuito de distribuição, venda e lucro, uma grande quantidade de CD’s e DVD’s piratas. O juiz Henrique Baltazar observou que o comércio de CD’s e DVD’s piratas, embora ilegal, vem se tornando cada dia mais comum, ao ponto de em alguns lugares encontrarmos ambulantes que disponibilizam ao público produtos reproduzidos com violação de direitos autorais, muitos deles agindo, segundo mesmo afirmam, com a consciência de que tal conduta é aceita pela sociedade e, portanto, não possui caráter ilícito.
No entanto, não está se tratando aqui de um mero ambulante, mas da conduta de pessoa que, pela quantidade de material apreendido em seu poder (171 capas para DVD’s; 150 DVD’s sem capas; 510 DVD’s com capas; 213 depósitos plásticos para CD’s, com capacidade para 50 discos “vazios”; 75 depósitos plásticos para CD’s, com capacidade para 25 discos “vazios”; 40 CD’s com capa e 30 capas para CD), iria abastecer, fomentar, encorajar o mercado ilegal de CD’s e DVD’s piratas nesta urbe seridoense.
Geovane Queiroz foi condenado a cumprir pena de dois anos de reclusão, subs¬tituída por prestação de serviços à comunidade e limitação de fins de semana.
No entanto, não está se tratando aqui de um mero ambulante, mas da conduta de pessoa que, pela quantidade de material apreendido em seu poder (171 capas para DVD’s; 150 DVD’s sem capas; 510 DVD’s com capas; 213 depósitos plásticos para CD’s, com capacidade para 50 discos “vazios”; 75 depósitos plásticos para CD’s, com capacidade para 25 discos “vazios”; 40 CD’s com capa e 30 capas para CD), iria abastecer, fomentar, encorajar o mercado ilegal de CD’s e DVD’s piratas nesta urbe seridoense.
Geovane Queiroz foi condenado a cumprir pena de dois anos de reclusão, subs¬tituída por prestação de serviços à comunidade e limitação de fins de semana.
Superfaturamento no Pan
O Tribunal de Contas da União determinou, na quarta-feira (8/8), ao ministro do Esporte e ao governo do Rio a suspensão de pagamentos às empresas que foram contratadas para montagem dos chamados overlays (estruturas provisórias) instaladas durante os jogos Pan-Americanos. Em seu voto, o ministro Marcus Villaça pede para que em 15 dias sejam esclarecidas as suspeitas levantadas por auditores do órgão que identificaram indícios de superfaturamento ou o fornecimento em quantidade inferior àquela que estava prevista. A informação é do jornal O Globo.
Memória
Uma cruz de madeira de 12,5 metros de altura, em memória das vítimas do ditador comunista Josef Stalin, foi erguida nesta quarta, em Butovo, cidade próxima a Moscou. Lá, estima-se que foram assassinados 20 mil prisioneiros políticos.
Cerca de 500 pessoas participaram de uma cerimônia religiosa ortodoxa para homenagear as vítimas do terror da esquerda. Estavam presentes familiares de executados por Stalin. A cruz foi fabricada pelos monges ortodoxos do arquipélago de Solovki (norte da Rússia), onde foi instalado o primeiro gulag (campo de concentração e de trabalhos forçados).
Cerca de 500 pessoas participaram de uma cerimônia religiosa ortodoxa para homenagear as vítimas do terror da esquerda. Estavam presentes familiares de executados por Stalin. A cruz foi fabricada pelos monges ortodoxos do arquipélago de Solovki (norte da Rússia), onde foi instalado o primeiro gulag (campo de concentração e de trabalhos forçados).
Procurado
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Banco pode negativar nome de mau pagador
O TJ-RN confirmou sentença do Juiz da 1ª Vara Cível de Currais Novos que negou pedido de indenização de mulher que tivera seu nome incluído nos cadastros de maus pagadores. Segundo o Tribunal, já que ela figurava como sócia e fiadora de uma confissão de dívida, a qual não foi paga, a conduta do banco credor era correta.
Concluiu o Tribunal de Justiça que, como para se impor a obrigação de indenizar é preciso ter a presença dos elementos da conduta ilícita, resultado lesivo e nexo causal entre ambos, é evidente que ausente um deles, no caso, conduta indevida, é descabível a obrigação de reparação.
Concluiu o Tribunal de Justiça que, como para se impor a obrigação de indenizar é preciso ter a presença dos elementos da conduta ilícita, resultado lesivo e nexo causal entre ambos, é evidente que ausente um deles, no caso, conduta indevida, é descabível a obrigação de reparação.
